Copa do Mundo: oportunidade para interação e desenvolvimento corporativo

Às vésperas da abertura da Copa, entenda direitos e deveres de empresas e colaboradores na hora dos jogos da seleção e saiba como utilizar esse momento para fortalecer o seu ambiente de trabalho.

 

Publicado em 08/06/2018

 

Falta menos de uma semana para a Copa do Mundo: cresce a expectativa nacional, as pessoas organizam confraternizações e as camisas da seleção já são comercializadas em ritmo frenético.

Contudo, a maioria dos jogos será realizada em horário de trabalho, com o pontapé inicial variando entre 9h e 15h.  Caso o Brasil chegue à final, das sete partidas de sua trajetória, só a primeira e a última ocorrerão em um domingo. As outras cinco serão em meio de semana, horário comercial.

 

E aí, como proceder?

Primeiramente, do ponto de vista legal, vale ressaltar que jogos de Copa do Mundo não representam folga. Concedê-la é facultativo ao empregador.

De imediato, o mais indicado à empresa é formalizar sua política para a Copa do Mundo, tendo-a detalhada e disponibilizada de forma clara para todos os funcionários. Mais importante do que o canal de comunicação escolhido para divulgá-la é o seu conteúdo e a facilidade de acesso. Se o canal escolhido for, por exemplo, um comunicado por e-mail, este deve trazer o conteúdo completo da politica da empresa para a Copa, seja no corpo do e-mail, seja anexado, seja em link para acesso em outro ambiente digital.

Caso as partes cheguem a um acordo pela folga, é possível utilizar um sistema de compensação, com o banco de horas. Neste caso, não pode haver prejuízo ao funcionário (como desconto em salário, por exemplo) em função de uma faculdade e liberalidade acordada entre as partes.

 

Estrutura interna, uma boa opção

Muitas empresas vão montar uma estrutura interna para os colaboradores assistirem aos jogos. É outra boa alternativa. Neste caso, vale também ressaltar que essas horas serão, sim, consideradas trabalhadas, pois o funcionário está à disposição da empresa, no horário e local de trabalho. Ou seja, não deve haver desconto ou prejuízo para o funcionário.

 

Recursos Humanos fazem a diferença

Na escolha pela estrutura interna, é o momento de a empresa captar oportunidades que transcendem em muito a questão sobre onde assistir aos jogos. É a hora de integrar a empresa. Geralmente, as médias e grandes organizações possuem departamentos separados e pessoas interagindo somente dentro do seu próprio núcleo. A Copa é uma chance de fortalecer um ambiente que constrói laços e une pessoas de diferentes departamentos em torno de um único sentimento. Neste caso, as políticas de Recursos Humanos fazem muita diferença.

Algumas dicas são: - criar ambientes compartilhados para assistir aos jogos, integrando os departamentos; - estimular a participação dos colaboradores na ambientalização da empresa; - permitir o uso de camisas da seleção, dando vazão ao sentimento das pessoas; - criar competições sadias entre os colaboradores para ver qual turma é a mais animada, tornando o ambiente mais interativo.

 

Uma importante dica é usar o modelo do gamification como forma de estimular o comportamento desejado a partir de uma estrutura motivacional

Por Milena Bizzarri, gerente de Recursos Humanos

 

A Copa do Mundo é uma excelente oportunidade de unir a empresa. Todos em um único ambiente, com um mesmo foco. Muitas vezes, vemos organizações com departamentos separados e perfis claramente distintos. Na Copa, é a hora em que essas pessoas vão se conhecer melhor e construir amizades.

Aqui na Mazars, começamos a interação criando o ambiente de troca de figurinhas do álbum. Funciona na hora do almoço e no fim do expediente. Criamos em 2014 e estamos repetindo em 2018. É um sucesso! Vemos pessoas de diferentes áreas, que por vezes só se conheciam de vista, interagindo e descobrindo afinidades.

Já nas partidas do Brasil, intencionamos criar em cada escritório ambientes de transmissão. Toda a empresa será convidada a se juntar na torcida. Nesse momento, nosso departamento de Recursos Humanos trabalhará para maximizar a oportunidade.

Uma importante dica é usar o modelo do gamification como forma de estimular o comportamento desejado a partir de uma estrutura motivacional, baseada em fases: a fase seguinte representa sempre um desafio maior e mais atraente.

Na Mazars, estamos desenvolvendo um jogo interno, que inclui ‘Quiz da Copa’, disputas pelas melhores decorações de departamento e gritos de torcida mais criativos. Funciona como um game, realmente. Cada partida do Brasil representará uma fase, partindo sempre da lógica motivacional: vencer uma etapa significa iniciar um desafio ainda maior na etapa seguinte. Conquistas em cada uma dessas fases valerão moedas virtuais, que poderão ser trocadas por prêmios que vão ajudar na torcida pela seleção. A competição, construída de maneira sadia, faz parte de um trabalho de fortalecimento da nossa união.

A empresa está empolgada e vemos reflexos na leveza do ambiente de trabalho.

Na Copa do Mundo, faça diferente!

 

 

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