BIG DATA ANALYTICS

Dados Extremos, Valores Extraordinários

A era da informação foi um sucesso. A quantidade de dados em nosso mundo vem explodindo.
A cada segundo, empresas capturam trilhões de bytes de Informação sobre seus clientes, fornecedores e operações, milhões de sensores ligados em redes estão embutidos no mundo físico em dispositivos tais como telefones celulares e automóveis, capturando, criando e comunicando dados

Conteúdos multimídia e pessoas com smartphones e as redes sociais continuam alimentando um crescimento exponencial. BIG DATA – grandes conjuntos de dados que podem ser capturados, comunicados, agregados, armazenados e analisados – pode ser encontrado em qualquer setor e função da economia global. Assim como outros fatores essenciais à produção como bens de capital e recursos humanos, é cada dia mais real que boa parte da atividade econômica moderna, da inovação e do crescimento simplesmente não possa funcionar sem dados.

A questão do momento é como as Organizações podem se aproveitar e converter essas informações em ferramentas de Gestão Eficazes e maximizar os resultados esperados? O primeiro passo é aprofundar o entendimento do assunto:

O termo Big Data refere-se a conjuntos de dados que apresentam grandes desafios para armazenar, pesquisar, compartilhar, visualizar e analisar porque as ordens de grandeza superaram o processamento de dados convencional, Mas o termo Big Data não significa apenas volume. A abordagem da análise compete com o conteúdo dos dados e a estrutura que não pode ser antecipada ou prevista. Essas análises, e a ciência por trás delas, filtram dados de pouco valor ou baixa densidade para revelar dados de grande valor ou alta densidade. Quando falamos em Big Data falamos de encontrar uma agulha de valor em um palheiro de informações não estruturadas.

Para caracterizarmos os dados que precisamos manipular como Big Data, devemos observar as características conhecidas como os três V’s: Volume, Velocidade e Variedade.

  • Volume tende a ser uma característica associada de forma intuitiva e que muitas vezes é utilizado como sinônimo de Big Data. Não existe um valor numérico para o volume de dados que defina de forma clara o que é Big Data, mas toma-se como parâmetro o momento em que o volume em questão passa a representar um desafio ao uso das tecnologias ditas tradicionais.
  • Velocidade está associada aos novos tipos automatizados de fontes de dados, à multiplicação destas fontes, e à necessidade de consumo destes dados de forma mais rápida.
  • Variedade está relacionada à organização dos dados. Além dos dados estruturados armazenados em bancos de dados tradicionais, também há valor a ser explorado nos dados não estruturados como: texto, vídeo, imagens etc.

Em última análise, Big Data não é uma tecnologia per se, mas uma situação criada pelas tecnologias da chamada era da informação que gerou desafios a serem enfrentados e oportunidades a serem aproveitadas e, para tanto, novas tecnologias foram desenvolvidas.

É fácil perceber que a era do Big Data veio para ficar, as organizações já têm seus dados e continuam produzindo mais e mais a cada instante. Aprender como extrair valor dessa informação será provavelmente a próxima fronteira para a inovação e a competitividade.

Você está pronto para esse desafio? A Mazars está pronta para ajudá-lo.

Advisory Group

Eduardo Camilo